Star Wars Episódio VI – O Retorno de Jedi

Há muito tempo, em uma galáxia
muito, muito distante…

Luke Skywalker voltou ao
seu planeta natal, Tatooine,
na tentativa de salvar seu amigo
Han Solo das garras do desprezível
bandido Jabba, o Hut.

Luke ainda não sabe que o
Império Galático iniciou
secretamente a construção
de uma nova estação
espacial bélica,
mais poderosa que a primeira
e temida Estrela da Morte.

Quando estiver pronta,
esta arma definitiva certamente
significará o fim do pequeno
grupo de rebeldes que luta
para devolver a liberdade
à galáxia…

Gostassem ou não, no ano de 1983, quando ‘Star Wars – O Retorno de Jedi’ foi lançado, a franquia era tida como uma das maiores de todos os tempos no cinema e tudo o que George Lucas tocava virava ouro. Era também a oportunidade do espectador ver o embate entre o bem e o mal, personificado por Luke Skywalker e Darth Vader.

Desde a fuga para resgatarem Han Solo na caverna de Jabba, que o mantinha congelado, chegando nas batalhas nas motocicletas voadoras, tudo aqui consegue ter um tom aventuresco maior que os outros dois episódios (que já eram bem intensos neste quesito) e deixa, ainda hoje, o espectador com aquele sorriso de satisfação e nostalgia.

Mas ‘O Retorno de Jedi’ não é perfeito, tendo na arma do Império (outra Estrela da Morte) uma certa decepção, além dos bonitinhos, porém caricatos Ewoks e o tempo de duração, que poderia ter de dez a quinze minutos a menos. As boas tramas paralelas ficam em segundo plano, pois a importância do round final entre protagonista e antagonista é tão grandiosa que nada chegaria aos seus pés.

Spielberg estava cotado para ser o diretor, que acabou ficando com Richard Marquand. Ele não prejudica e consegue – com os pitacos costumeiros e visíveis de Lucas – encerrar com louvor a trilogia clássica, um marco para a história da Sétima Arte e dos blockbusters norte-americanos.

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Escrito Por: Éder de Oliveira

Éder de Oliveira

Criador do site Cinema e Pipoca (amante de cinema, óbvio) e blogueiro há mais de uma década, formado em jornalismo na PUC-Campinas, aprendeu a ser ‘nerdzinho’ bem moleque, assistindo Cavaleiros do Zodíaco na TV Manchete e os clássicos da Sessão da Tarde.

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